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DF: Trabalhadores terceirizados retornam às atividades, mas mantêm mobilização

21/08/2017

Trabalhadores da limpeza e manutenção nas escolas do DF permaneceram 9 dias parados.

Escrito por: CUT Brasília com informações do Sindserviços

Após nove dias de paralisação, os trabalhadores terceirizados da empresa Juiz de Fora, que prestam serviço de limpeza e manutenção nas escolas públicas do Distrito Federal, retornaram aos postos de trabalhado nesta sexta (18). O movimento paredista chegou ao fim depois da reunião entre representação trabalhista, representantes do governo e patrões, no final da tarde de quinta (17), que definiu o destino da categoria.

A partir do encontro, ficou decidido que os dias em greve serão pagos em regime de mutirão, método em que os trabalhadores se juntarão para a limpeza das escolas antes, durante ou depois de um grande evento escolar. Quanto ao pagamento do tíquete-alimentação, em atraso por dois meses, a previsão era que ele ocorresse até o final da sexta-feira (18). Desde o dia 16, o valor do benefício está provisionado.

Caso o período de paralisação fosse, de fato, cobrado, os empregados seriam duramente prejudicados. Além do rombo financeiro em seus exíguos salários, sofreriam, ainda, com a diminuição dos dias de férias e cortes no tíquete-alimentação.

Na avaliação do diretor do Sindiserviços – sindicato que representa a categoria–, Antônio de Pádua, apesar de o desfecho favorecer à categoria, não é totalmente vantajoso. “A nossa intenção enquanto sindicato era que não fosse preciso pagar os dias, pois os trabalhadores estavam em greve porque, mais uma vez, lhes foram imposta uma situação delicada”, aponta.

Durante o movimento paredista, além de todo o desgaste financeiro, os trabalhadores tiveram que lidar, também, com as constantes ameaças de demissão por parte da empresa. Para Pádua, o posicionamento arbitrário dos patrões é reflexo da nefasta reforma trabalhista, que começa a vigorar em novembro deste ano.

Pádua ressalta, porém, que a categoria se mantém atenta quanto ao pagamento dos tíquetes-alimentação. “Os trabalhadores estão prontos para iniciar outro movimento a qualquer momento. Não vamos aceitar que haja o descumprimento do que foi acordado”, finalizou.

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